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Portaria reajusta em 3,43% benefício de aposentados que ganham mais que o mínimo; valor máximo vai a R$ 5.839

Reajuste tem como base a variação do INPC no ano anterior, anunciado na sexta-feira (11) pelo IBGE, e também tem reflexo na tabela de contribuição trabalhadores domésticos. Portaria do Ministério da Economia publicada na edição desta quarta-feira (16) do "Diário Oficial da União" fixa em 3,43% o reajuste de aposentados e pensionistas que ganham mais que um salário mínimo. Com a publicação da portaria, o teto para quem se aposentou pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa de R$ 5.645,80 para R$ 5.839,45. De acordo com a legislação, o índice de reajuste do benefício de aposentados e pensionistas que recebem valor superior ao do salário mínimo é definido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no ano anterior. Em 2018, o INPC ficou em 3,43%, conforme divulgou na sexta-feira (11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2017, o índice o reajuste ficaram em 2,07%. Neste o ano, o reajuste concedido foi menor que o do salário mínimo, que em 2019 aumentou 4,61%, passando de R$ 954 para R$ 998 no dia 1º de janeiro. Em 2018 e 2017, o reajuste para os aposentados e pensionistas que recebem acima do salário mínimo foi superior, interrompendo uma sequência de 19 anos de percentuais inferiores. Pela lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo. Contribuição ao INSS O reajuste também se reflete na cobrança da contribuição dos trabalhadores para o INSS. Para empregados domésticos e trabalhadores avulsos, a alíquota passa a ser: de 8% para quem ganha até R$ 1.751,81 de 9% para quem ganha entre R$ 1.751,81 e R$ 2.919,72 de 11% para quem ganha entre R$ 2.919,72 e R$ 5.839,45 Essas alíquotas são relativas aos salários pagos em janeiro e, portanto, deverão ser recolhidas apenas em fevereiro. Já a cota do salário-família passa a ser de R$ 46,54 para aqueles segurados cuja remuneração mensal não supere R$ 907,77; e de R$ 32,80 para os que possuem remuneração mensal acima de R$ 907,77 e igual ou inferior a R$ 1.364,43.


Aliança Volkswagen-Ford: o que se sabe até agora


Montadoras vão compartilhar plataforma de picape, inclusive no Brasil, e de outros veículos no futuro. Parceria é diferente da Autolatina, que existiu nos anos 80 e 90. Volkswagen e Ford anunciaram na última terça-feira (15) uma aliança global com o objetivo de ganhar competitividade. O primeiro estudo da união foi divulgado em meados de 2018 e os primeiros detalhes do plano foram apresentados agora, no Salão de Detroit. A parceria prevê compartilhar projetos de veículos em um futuro próximo, inclusive no Brasil. Porém, sem fusões, participações acionárias entre as empresas ou mesmo a criação de uma, o que torna a parceria diferente da Autolatina, que existiu no Brasil. Veja abaixo o que se sabe até agora. O que as marcas farão em conjunto? Em um primeiro momento, as montadoras anunciaram que vão compartilhar a plataforma de uma picape média, com vendas começando em 2022. O modelo de origem será a Ranger, e a Ford ficará encarregada pelo desenvolvimento - as picapes virão de uma base totalmente nova. De acordo com a montadora americana, os modelos vendidos por cada companhia terão suas características próprias. A Ford também será responsável por fazer o mesmo processo com vans de grande porte para o mercado europeu. Para a Volkswagen, está definido o desenvolvimento e a produção de uma van urbana. Além desses modelos, as empresas anunciaram que vão cooperar no desenvolvimento de carros elétricos e autônomos. Entenda como é a parceria entre Volkswagen e Ford G1 Vai afetar o Brasil? Em entrevista ao G1 nesta terça, o vice-presidente de comunicação, estratégia e assuntos governamentais da Ford, Rogelio Golfarb, afirmou que a essa nova Ranger, será vendida no Brasil. Mas ainda não está confirmado se isso acontecerá ainda em 2022. A Volkswagen do Brasil não quis comentar o assunto. É a volta da Autolatina? Volkswagen e Ford já foram parceiras na América do Sul entre nas décadas de 1980 e 1990, com a formação da Autolatina, atuando no Brasil e na Argentina. Naquela época, surgiram modelos compartilhados emblemáticos, como Apollo, Verona, Santana, Escort, Logus, Royale, Versailles e Quantum. Volkswagen Apollo e Ford Verona Divulgação Mas a Autolatina era uma empresa à parte criada pelas montadoras. Desta vez, a parceria é diferente: nenhuma nova empresa foi criada. E nem haverá participação acionária de uma montadora na outra, como acontece com a Renault e a Nissan, por exemplo. E o foco da nova aliança entre Volkswagen e Ford não é só regional, mas global. Montadoras vão demitir? Nenhum corte de empregos ou fechamento de fábricas relacionados à aliança foi anunciado. De acordo com a agência Reuters, o presidente-executivo da Ford, Jim Hackett, disse que a montadora americana não espera que a aliança com a Volkswagen implique na redução da força de trabalho da companhia. No entanto, a Ford anunciou no início do ano que vai cortar milhares de empregos, descontinuar veículos e fechar fábricas para recuperar a lucratividade das operações do grupo na Europa. A Volkswagen, no final de 2018, anunciou mais 3 bilhões de euros em cortes de custos como parte de esforço para melhorar margens de lucro. Qual a situação das marcas? A Volkswagen disputa o posto de maior montadora do mundo, tendo vendido 10,83 milhões de veículos em 2018, considerando todas as marcas que fazem parte do grupo, incluindo Audi, Porsche, Scania e MAN, que são fabricantes de caminhões. Depois do escândalo do dieselgate, a marca passou a focar no desenvolvimento de carros elétricos, que não emitem poluentes, além investir no mercado dos SUVs, segmento disputado em todo o mundo. No Brasil, a montadora anunciou uma "ofensiva" de novos modelos, com foco em SUVs e também confirmou uma picape menor do que Ranger e Amarok, para concorrer com a Fiat Toro. Com isso, a marca pretende recuperar a liderança do mercado de carros, ocupada há 2 anos pela Chevrolet. A Ford é a quarta colocada nas vendas de automóveis e comerciais leves (picapes e furgões) no Brasil. As duas marcas estão longe da liderança entre as picapes médias, categoria da Ranger e da Amarok. Ambas encerraram o ano como quarta e quinta mais vendidas, respectivamente, atrás de Toyota Hilux e Chevrolet S10.


'Veja quem visitou seu perfil no Facebook': golpe tenta roubar senhas de usuários


Página falsa solicita usuário e senha do Facebook para mostrar informação, de acordo com alerta da fabricante de antivírus PSafe. Uma página maliciosa promete informar ao internauta quem visitou seu perfil no Facebook, mas, para isso, exige o nome de usuário e a senha do perfil para capturar as credenciais. Com isso, os criminosos podem tomar o controle do perfil da vítima para ler mensagens particulares e lançar outros ataques. De acordo com o "dfndr lab", o laboratório da PSafe especializado em cibersegurança, um link para a página falsa está sendo disseminado em redes sociais e em anúncios publicitários. Página falsa imita botão de 'Entrar com o Facebook'. Reprodução/PSafe A promessa feita pela página maliciosa é impossível de ser cumprida. O Facebook não oferece nenhum meio de informar quem visitou um perfil. Qualquer site ou serviço que afirme fornecer esses dados pode, no máximo, entregar algo inventado ou correlacionado com outros usuários que fizeram uso do mesmo serviço. Em outras palavras, a lista de visitantes jamais estará correta. A página fraudulenta diz ainda que "este app não tem acesso ao seu e-mail ou sua senha do Facebook", imitando outros serviços que usam o login pelo Facebook. Nesse caso, porém, a informação é falsa, pois o usuário e a senha são digitados na própria página e não na página verdadeira do Facebook. "Ter o login e a senha do Facebook roubados pode parecer algo simples à primeira vista, pois pensamos apenas nas fotos e nos contatos com amigos, mas não é. Com acesso a sua conta, o cibercriminoso pode conseguir informações diversas como: os locais que frequenta; região ou até mesmo o local exato onde mora; informações sobre filhos e cônjuges; entre outros", explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab. Além dos dados presentes no perfil, o especialista alerta que a conta do Facebook dará acesso a todos os sites e aplicativos que aceitam o acesso pelo Facebook. A partir da conta da vítima, eles também podem lançar golpes contra seus contatos, que pensarão que a mensagem partiu de um amigo. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1


Calendário PIS-Pasep 2018-2019: pagamento de abono salarial para nascidos em janeiro e fevereiro começa na quinta


Estimativa do governo é que mais de R$ 2,8 bilhões sejam pagos a 3,4 milhões de trabalhadores. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição até 28 de junho. Calendário do PIS Pasep Reprodução/TV Globo Começa a ser pago nesta quinta-feira (17) o abono salarial PIS do calendário 2018-2019, ano-base 2017, para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em janeiro e fevereiro. O PIS é pago na Caixa Econômica Federal. Também será liberado o Pasep, que é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil, para quem tem final da inscrição 5. A estimativa da Secretaria do Trabalho, do Ministério da Economia, é que mais de R$ 2,8 bilhões sejam pagos a aproximadamente 3,4 milhões de trabalhadores. De acordo com o calendário, os nascidos entre janeiro e junho receberão o PIS no 1º trimestre. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho, prazo final para o recebimento. O valor do abono varia de R$ 83 a R$ 998, dependendo do tempo em que a pessoa trabalhou formalmente em 2017. Tabela PIS 2018-2019 Reprodução Tabela Pasep 2018-2019 Reprodução Quem tem direito Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2017. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2017. Trabalhadores da iniciativa privada retiram o dinheiro na Caixa Econômica Federal, e os servidores públicos, no Banco do Brasil. É preciso apresentar um documento de identificação e o número do PIS/Pasep. No caso do PIS, para quem é correntista da Caixa, o pagamento é feito 2 dias antes do restante dos outros trabalhadores. Já no caso do Pasep, o crédito em conta para correntistas do Banco do Brasil será efetuado a partir do 3º dia útil anterior ao início de cada período de pagamento. Valor depende dos meses trabalhados O valor do abono é associado ao número de meses trabalhados no exercício anterior. Portanto, quem trabalhou um mês no ano-base 2017 receberá 1/12 do salário mínimo. Quem trabalhou 2 meses receberá 2/12 e assim por diante. Só receberá o valor total quem trabalhou o ano-base 2017 completo. Por exemplo, se o período trabalhado foi de 12 meses, vai receber o valor integral do benefício, que é de um salário mínimo (R$ 998). Se trabalhou por apenas um mês, vai receber o equivalente a 1/12 do salário (R$ 83), e assim sucessivamente. Rendimentos do PIS De acordo com a Caixa, quando o saque do PIS não é efetuado, o valor é incorporado ao saldo de quotas. Ao final do exercício financeiro (28 de junho), após a atualização do saldo, os rendimentos são disponibilizados para saque no novo calendário. Os rendimentos variam conforme o saldo existente na conta do PIS vinculada ao trabalhador. Para saber se tem direito e como sacar Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Veja como localizar o número do PIS na internet Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil.


Novos aluguéis subiram abaixo da inflação em 2018, aponta Fipe

Alta média em 15 cidades acompanhadas pela entidade ficou em 2,33% no ano passado. Os novos aluguéis subiram abaixo da inflação no ano passado, segundo levantamento divulgado pela Fipe. Em 2018, o Índice FipeZap de Locação Residencial acumulou alta de 2,33% – abaixo da inflação do período, de 3,75%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, calculado pelo IBGE. Com esse resultado, os novos aluguéis tiveram queda real de 1,37%. Entre as 15 cidades monitoradas pela Fipe, a maior alta de preços foi registrada em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, de 8,85%. Em seguida, as maiores variações foram observadas em Recife (+6,69%) e Curitiba (+5,68%). Três cidades tiveram queda no preço nominal dos novos aluguéis: Rio de Janeiro (-3,44%), Fortaleza (-2,72%) e Niterói (-1,92%). Em dezembro, o maior preço médio de locação foi registrado em São Paulo, de R$ 37,04 por metro quadrado, seguido pelo Rio de Janeiro (R$ 30,10/m2) e Distrito Federal (R$ 29,83/m2). Já entre as cidades com menor valor de aluguel residencial, entre as monitoradas pelo Índice FipeZap, estão Fortaleza (R$ 15,96/m2), Goiânia (R$ 16,06/m2) e Curitiba (R$ 18,16/m2).


Petrobras produz 2,03 milhões de barris de petróleo por dia no Brasil em 2018; meta era de 2,1 milhões


O desempenho foi pressionado por atrasos para a entrega de plataformas e por vendas de ativos. A Petrobras registrou uma produção média própria de petróleo no Brasil em 2018 de 2,03 milhões de barris por dia (bpd), informou a petroleira em comunicado nesta terça-feira (15), em resultado pouco abaixo da meta da companhia para o ano, de 2,1 milhões de bpd. A produção total de petróleo, gás e líquidos de gás natural (GNL) foi de 2,63 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 101 mil boed produzidos no exterior, em números também inferiores à meta, de 2,7 milhões de boed. A petroleira destacou a entrada de quatro novos sistemas de produção em operação no ano e o desenvolvimento da produção do pré-sal. Por outro lado, o desempenho foi pressionado por atrasos para a entrega de plataformas e por vendas de ativos, que dificultaram o atingimento das marcas desejadas pela estatal. Já a média anual da produção total operada pela companhia estatal, incluindo parcela própria e de terceiros, foi de 3,29 milhões boed em 2018, sendo 3,16 milhões boed no Brasil. "A produção de óleo e gás natural de 2018 está em linha com a meta estabelecida para este ano no Plano de Negócios e Gestão da companhia, no qual projeta-se 2,8 milhões de boed em 2019", acrescentou a petroleira. Petrobras - Trabalhador na plataforma da Petrobras P-66 na bacia de Santos, no Rio de Janeiro, em 5 de setembro de 2018. Reuters/Pilar Olivares



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