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Café clonal é opção de renda para pequenos produtores no oeste de MT

Variedade é bem adaptada à região e tem dado resultados melhores aos pequenos produtores. Café clonal é opção de renda para pequenas propriedades de MT De um tempo para cá, os cafeicultores do oeste de Mato Grosso deixaram o tipo arábica de lado e escolheram fazer o plantio do café clonal. A variedade é bem adaptada à região e tem dado resultados melhores aos pequenos produtores. É o que aconteceu, por exemplo, na propriedade do pequeno produtor Antônio Beitum, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. No sítio dele foram plantados 10 mil pés de café em cinco hectares. Para Antônio, a troca foi proveitosa. “Primeiro era tudo difícil. Para plantar um pé de café, demorava 60 dias para brotar. Essa lavoura fez dois anos. Se fosse naquele tempo, essa lavoura estaria com 50 centímetros. Hoje ela tem dois metros de altura”, contou. Controlando as pragas, ele espera colher em média de 80 sacas por hectare. A produção ainda não vendida totalmente, mas nessa época do ano, o produtor diz que consegue até R$ 280 pela saca de café com 60 quilos. Depois de colhido, o café passa pelo beneficiamento. Na máquina, onde os grãos serão descascados e separados para a venda. O cultivo de café ainda é modesto em mato grosso, mas na região oeste do estado a Empaer incentiva os produtores a investirem nessa cultura, principalmente com as variedades de café clonal, que pode ser muito produtiva e trazer uma boa renda. A assistência que é dada nas propriedades tem o objetivo de reforçar a importância do café na agricultura familiar.


Por que o celular com Android vai ficando mais lento com o passar do tempo?


Blog também tira dúvidas sobre como remover a sincronização da conta do Google no Google Chrome, e a diferença entre o cache do sistema e o cache dos dados de aplicativo no Android. (Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta) Por que o celular com Android vai ficando mais lento com o decorrer do tempo? Eu tenho uma pergunta. Uso sempre os mesmos apps, não baixo joguinhos, mas percebo que com passar do tempo o meu celular com Android vai ficando mais lento. Então para voltar ao normal acabo tendo que fazer o reset das configurações originais de fábrica. Mas após alguns meses o aparelho volta a apresentar os mesmos travamentos. Por que isso acontece? Lidiane Olá, Lidiane! perda de desempenho do aparelho pode estar relacionada a instalação de atualizações do Android e também de aplicativos. É possível que a cada atualização, novas funcionalidades sejam disponibilizadas e por esse motivo, aumente o consumo de processador e memória RAM. Pouco espaço livre na memória interna também compromete o desempenho, pois o sistema de arquivos do celular não é apropriado para o acumulo definitivo de um volume grande de dados. O ideal sempre eliminar arquivos inúteis, e aqueles imprescindíveis armazená-los na nuvem. É recomendável revisar quais apps estão sendo executados em segundo plano, na maioria das vezes aplicativos desse tipo são carregados sem necessidade com a inicialização do Android. Limpar periodicamente o cache dos app de redes sociais, também é uma boa maneira de impedir a perda de desempenho. Símbolo do sistema operacional Android, do Google Divulgação/Google Como excluir informações sincronizadas no Chrome? Oi, Ronaldo! Eu habilitei a sincronização automática do meu usuário no Google no navegador Chrome do meu trabalho. O problema é que está aparecendo o histórico de navegação do meu computador pessoal no da empresa. Como eu faço para remover essa configuração? Ataíde Olá, Ataíde! Para remover a sincronizar no Google Chrome, siga os passos descritos abaixo: Clique no atalho em forma de "três pontinhos" ou se preferir, clique nesse link aqui chrome://settings para acessar as configurações do navegador; Na parte superior da tela, em "Pessoas", clique em Desativar; Clique em sair, para desconectar a sua conta no Google Chrome. Pronto, os dados pessoais sincronizados com o PC da empresa foram removidos. Qual é a diferença entre o cache do sistema e o cache dos dados de aplicativo no Android? Olá, Ronaldo! Quando começo a perceber travamentos devido a pouco espaço disponível na memória ROM do Android, então recorro a limpeza do cache do sistema. No entanto, após finalizar a limpeza, o espaço livre permanece praticamente o mesmo. Qual é a diferença entre o cache do sistema e o cache dos dados de aplicativo no Android? Alexandre Olá, Alexandre! Limpar os arquivos temporário do sistema não irá liberar espaço na memória do celular. Porque esses arquivos temporários não ocupam o espaço destinado ao armazenamento de dados do usuário. Removê-los também não irá melhorar o desempenho do sistema, e tornará mais demorado um reset de fábrica. A diferença é que esses arquivos são estruturas criadas com o objetivo de acelerar a restauração do sistema; o cache de aplicativos servem para otimizar a exibição de informações que permanecerão sem atualização, esse mecanismo possibilita carregar mais rápido as publicações no Instagram, evitando que elas sejam baixadas novamente a cada execução do app, por exemplo. Selo Ronaldo Prass Ilustração: G1


'Frango 4.0': conheça o condomínio de granjas que produz 7 milhões de aves por ano

Parque único no país funciona sob sistema de parceria com criadores que moram no local e produzem para a Aurora. Grupo de investidores aportou R$ 30 milhões no projeto. 'Frango 4,0': conheça o condomínio de granjas que produz 7 milhões de aves por ano O Brasil é o maior exportador de frango do mundo, e continua inovando tanto na tecnologia quanto no jeito de trabalhar. No Paraná, surgiu um novo modelo criação, um condomínio de granjas. É um negócio enorme e já pode ser chamado de "frango 4.0". As cenas parecem de um núcleo residencial: famílias curtem um som em frente de casa, crianças brincam pelo gramado, um animado pula-pula. Mas tudo isso acontece dentro de um conjunto de granjas. O condomínio fica no Norte do estado, na confluência dos municípios de Mandaguari, Jandaia do Sul e Apucarana, região alcançada pela mais recente onda de tecnologia de ponta em avicultura. A modernização da produção da criação de frango se deu pela produção em escala. Hoje, já tem barracão capaz de abrigar até 50 mil aves. Mas em Jandaia do Sul, o que se faz é a escala em escala. O usual é ter barracões espalhados, isolados em cada propriedade. O condomínio tem um só CNPJ, mas os donos de cada unidade são diferentes. Vilmar Sebold é o idealizador e um dos nove donos do parque, único na avicultura nacional. Ele conta que foi difícil convencer os sócios, mas que a pregação valeu a pena. Formado em economia, Vilmar tem um princípio: "a necessidade é a mãe de todas as forças". No caso, a necessidade era abastecer um grande frigorífico, pilar de um projeto de intercooperação entre a Aurora, que é uma cooperativa de cooperativas, e a Cocari, a cooperativa local que se comprometeu a garantir a produção de 170 mil frangos por dia – e o condomínio veio para turbinar essa oferta. A engenharia do negócio permite, entre outras coisas, que os que cuidam diretamente das aves não sejam funcionários, mas parceiros. Os donos do empreendimento contratam os parceiros para cada aviário. São 18 casais, que moram no local. A mulher, cuida do galpão mais próximo da casa e o marido, do detrás. Os primeiros parceiros do projeto são Marcelo Henrique da Silva e Maria Aparecida Sebastião da Penha. Os dois moravam na cidade e tinha profissões impensáveis para quem hoje cria frango: ela cuidava de uma idosa, e ele, era DJ e animador de festa. Ambos dizem que não se arrependem da troca. 'Frango 4.0': conheça o condomínio de granjas que produz 7 milhões de aves por ano - 2/2 O casal chegou ao condomínio em 2013. Até então, a única experiência que Maria Aparecida tinha com frango era na panela, conta. "Não exigimos nenhum nível de formação. Exigimos que tenha responsabilidade, ética e capacidade de relacionamento", diz Vilmar. Maria e Marcelo têm duas filhas: Daniela, de 11 anos, e Maria Vitória, de 9. "Na cidade a gente vivia com salário mínimo, pagava aluguel, água, luz e ficava mais difícil", conta Maria. Eles fazem parte de uma comunidade de parceiros diversa. Adirceu Moreira, marido de Regina, era pedreiro. Roseli e Adenilson de Souza, são ex-sitiantes. Socialmente, todos foram uma espécie de agrovila. "Se eles não conseguem se relacionar, não vão conseguir conviver. E a gente tem regras claras e rígidas. Se houver agressão física, mesmo entre o casal, o casal está fora", afirma Vilmar. O condomínio oferece a moradia, incluindo água, luz e manutenção, além de um intensivo treinamento. E o casal entra com o serviço. As atividades do casal que toma conta de um aviário são muitas. Maria levanta às 5h30 para aprontar as filhas para ir para a escola e já vai para o aviário. Quando chega perto do horário de almoço, ela vai para casa e Marcelo cuida das aves. As tarefas variam conforme a idade do lote. A fase pintinho exige muito, porque eles podem morrer de frio. É preciso manter viva a fornalha da caldeira para conseguir a temperatura ideal na pinteira, entre 33 e 34 graus. Há ainda aulas de orientação técnica. 2,8 quilos em 6 meses Para quem não é do ramo, é espantoso como o frango de hoje cresce rápido. Praticamente todo dia é preciso mexer na altura dos comedouros e bebedouros. A evolução das linhagens permitiu que hoje o frango atinja o peso de abate de 2,8 quilos em apenas seis semanas. Marcelo leva amostras para a balança diariamente para ver se os animais estão se desenvolvendo dentro do planejado. No escritório, Maria anota as informações de tudo que é observado para passar para o abatedouro. Não é possível monitorar cada frango e muita coisa escapa aos olhos do casal. Por isso, os galpões contam um sistema de alarme. Se ele toca (porque a temperatura subiu, por exemplo), o parceiro que estiver mais próximo, corre para a sala de comando. Lá, um potente computador analisa as informações do criatório em tempo real. Como um corpo inteiro sendo rastreado por eletrogramas, cardiograma, encefalograma, o galpão de frango tem centenas de sensores que mandam sinais eletrônicos de tudo o que acontece lá dentro. É um aparato inteligente para liberar, por exemplo, água e comida, ou mexer na temperatura. A ave crescida demanda um ambiente de 22, 23 graus, um desafio para o clima tropical do país. Vilmar diz que só foi possível chegar a esse ambiente adequado graças a um detalhe: a escuridão, ou quase. "As aves têm uma sensibilidade muito grande no olho, que é 100 vezes mais sensível do que o olho humano", explica. A lâmpada incandescente comum era inconveniente, trazia muita luz, excesso de calor. A de led, com dimmer regulando a intensidade, ajudava a criar o semiescuro ideal. Mas ela pifava com facilidade com a umidade do resfriamento e faltava o produto certo. Os investidores então foram à China e fizeram uma parceria para desenvolver essa lâmpada "blindada", que não estraga com a umidade. Ela custa 10 vezes mais, mas virou referência para criar o ambiente que permite a ocupação recorde, de 13 frangos por metro quadrado, em baixo estresse, segundo o veterinário Andreo Eckel. "Você só consegue colocar esse número de aves por metro quadrado porque você tem uma boa ambiência. Porque senão essas aves vão sofrer por estresse calórico e vão acabar morrendo, ou tendo um baixíssimo desempenho." Impactos da criação em escala O setor do frango suscita aplausos ao transformar soja e milho em uma importante proteína animal mais barata. Porém, é alvo também de críticas, principalmente daqueles que advogam um novo tipo de relacionamento entre o homem e animal. O frango é a principal proteína consumida pelo brasileiro. São 45 quilos por pessoa por ano. Considerando essa base, o condomínio de granjas abastece anualmente cerca de 500 mil pessoas. E isso tem impactos diversos. Se a criação é em escala, as perdas também. Os parceiros do condomínio recolhem, em média de dez a doze aves por dia. A causa da morte é variada, pode ir de origem genética a susto. "A gente vive uma cadeia. Porque aqui a gente não cria frango, a gente cria alimento", diz a parceira Maria Aparecida da Penha. A cada lote são cerca de oitocentas carcaças destinadas imediatamente destinadas à compostagem para que não haja resíduo contaminante. "Quanto maior a densidade dentro de um aviário e quanto maior o número de aviários, o risco com certeza vai ser maior", explica o veterinário Jacquiel Banpi. Ele esclarece que, embora o volume impressione, o índice de mortalidade do condomínio está bem abaixo da média nacional: entre 2% e 2,5%. “Um parceiro nosso ganha, líquido, o equivalente a um aviário de 12 mil frangos”, diz Vilmar Sebold, idealizador e um dos nove donos do condomínio. Como sócios cujo investimento é mão de obra, Maria e seu marido, Marcelo da Silva, têm retorno quando se dedicam ao negócio. A Aurora dá a ave, a ração, a assistência. O dono do aviário, as instalações, a casa, a manutenção. A cooperativa Cocari, o suporte técnico-administrativo. Pelos serviços, o casal recebe uma porcentagem da engorda, emitindo a própria nota fiscal. O ganho fica em torno de R$ 5 mil por mês – mais ou menos o dobro do que ganhavam na cidade. "Ele (o parceiro) recebe como produtor e ele participa da cooperativa, é um associado. No fim do ano, se a cooperativa deu resultado e vai distribuir sobras, na proporção dos frangos que ele entregou, ele vai ter a participação no resultado", explica Vilmar. Investimento alto, lucro por vir Curiosamente, o ganho social, por enquanto, é o único lucro palpável para os investidores do condomínio. É um grupo de nove pessoas que aportaram perto de R$ 30 milhões. Gente do ramo, a fazendeira Helenita Salas, e principiantes, como o advogado José Marcos Carrasco. O grupo hipotecou o patrimônio particular para financiar o projeto e, até 2024, tudo o que tiram do negócio é para pagar o banco. O empreendimento é montado sobre desafios, e ainda está cercado deles. Uma das críticas é quanto ao impacto da atividade para o meio ambiente, inclusive as pessoas. Só desse condomínio, saem 7 milhões de frango por ano. "A gente tem consciência de que quando a gente aglomera muitos aviários próximos, a gente aumenta o risco", diz o veterinário Jacquiel Banpi. Por isso, os protocolos de segurança geral, que em granjas isoladas já são rigorosos, foram redobrados. Desde o rodolúvio para desinfetar veículos que possam transmitir doenças até a vassoura de fogo para queimar penas e descontaminar o remonte de palha que serve de cama para os frangos. Regularmente, a palha é trocada. Uma empresa terceirizada que trabalha com um composto orgânico retirou do local 500 caminhões de esterco no último ano. As carcaças das aves que morrem também vão para a compostagem, ou produção de farinha de osso. A saída de frangos prontos para o abate e a entrada de novos lotes é feita de trás para frente, criteriosamente programada para que pintinhos não passem perto de aves mais velhas. As instalações estão protegidas por quebra-vento e toda a água é tratada tanto na entrada quanto na saída dos aviários. Além disso, a poluição provocada pelos dejetos das aves que sempre fizeram dos galpões um lugar repulsivo pelo cheiro fétido de amônia e microrganismos de decomposição também foi amenizada. Os aviários são de pressão negativa, equipados com exaustores que puxam o ar. Eles ficam equipados no fundo do barracão e a sucção é calibrada de acordo com a idade das aves. O ar entra por placas que ficam nas laterais e percorre todo o espaço a uma velocidade constante, fazendo uma espécie de varrição que tira a sujeira do ambiente e a expele para uma área onde não há casas nem movimentação humana ou de animais. "Isso faz com que o ar fique limpe o tempo inteiro, não tem aquela questão de gases que nós tínhamos", diz Vilmar. O túnel de vento cria zona de conforto para as aves. "Evita de se arranhar, levar dermatoses ou outras lesões de carcaça e também tem um ganho de desempenho", explica o veterinário Andreo Eckel. Vilmar, sócio gestor do condomínio, se iniciou na lida de frango ainda na adolescência com a então namorada, e há 38 anos esposa Maacje Boot. Ela morava numa colônia holandesa e aviário da família ficava no fundo do quintal. O casal diz que nunca pensou em realizar tamanho empreendimento. Embora ainda tenham dívidas por mais 5 anos, se dizem gratificados. Em fevereiro deste ano, faltou energia no condomínio. E justo nos galpões da família do Adirceu Moreira, o gerador pifou. Morreram 65 mil frangos. Foi um baque. Os donos do empreendimento assumiram o prejuízo para o Adirceu não ficar sem receber e estão processando a companhia de luz. Mas a lembrança do episódio foi a pronta ajuda que todos deram. "Desde a hora que acabou a energia já vim para cá, porque uma mão lava a outra, um ajuda o outro", diz a produtora rural Elisângela Rossi. "Considero eles como a minha família. Sei que posso contar com eles num momento difícil. Então a gente tem que ser assim, um pelo outro". Veja a matéria completa no vídeo.


Café de menor qualidade preocupa produtores do Sul de MG

Ano ruim para a colheita e floragem irregular dos grãos não ajudaram este ano. Café de menor qualidade preocupa produtores do Sul de MG Com o começo da colheita da safra de café, agricultores de Minas Gerais estão preocupados com o volume menor previsto para a safra deste ano e com a qualidade dos grãos. É esperada uma queda de 19% na produção, cerca de 15 milhões de sacas, por conta da chamada bienalidade, que faz com que um ano de bons resultados seja seguido por outro mais fraco. Além da colheita menor, os cafeicultores observam também uma florada irregular. Isso significa que, em plena época de colheita, alguns grãos estão maduros e prontos, enquanto outros estão pequenos. Isso é prejudicial porque leva o produtor a ter que usar mais grãos para encher uma saca. Na fazenda do Paulo Enídio Crabi, que tem cerca de 400 hectares em Elói Mendes, o número de sacas vai ter queda de 21 mil, no ano passado, para 18 mil este ano. O preço também não ajuda. A saca do café tipo 6 está cotada em média a R$ 373, o pior começo de safra desde 2013.


Quer fabricar sua máquina de torrar castanhas de caju? Saiba como

Embrapa Agroindústria Tropical tem instruções para montar o aparelho. Torra da castanha de caju exige cuidados do produtor O Globo Rural deste domingo (19) mostrou uma máquina para fazer a torra da castanha de caju sem que ela fique com gosto estranho – algo que acontece quando se usa o forno de farinha, por exemplo. O aparelho foi desenvolvido pela Embrapa Agroindústria Tropical. Você pode obter mais informações sobre como fabricar a sua própria máquina no site da empresa ou pelo telefone (85) 33917110.


Na contramão do país, Centro-Oeste gera empregos no campo

Nos últimos 6 anos, vagas do agronegócio caíram 7% no Brasil enquanto na região houve aumento de 11%. Em Goiás, contratações são motivadas por integração lavoura-pecuária. Na contramão do país, Centro-Oeste gera empregos no campo Em 2018, o Brasil tinha 18 milhões de trabalhadores rurais, número que vem caindo nos últimos anos. De 2012 para cá, a redução foi de 7%. Mas o Centro-Oeste caminha na contramão do país. Na região, 1,7 milhão de pessoas ganham a vida no campo, crescimento de 11% no período, segundo dados do Cepea. Em uma fazenda em Cristalina, em Goiás, por exemplo, mais de 170 funcionários cuidam dos 5 mil hectares de lavoura durante todo o ano. Alex Costa, que chegou há seis meses, é um deles. É uma espécie de faz tudo por lá. “Para mim é uma gratificação estar trabalhando aqui na fazenda”, diz. Ele é funcionário de Alexandre Cenci. A propriedade está na família dele há mais 4 décadas e os últimos anos foram de contratações, uma consequência na prosperidade dos negócios. "A gente vem crescendo em média 10% ao ano. Ano retrasado a gente contratou 25 pessoas, ano passado, 24." Na fazenda, existe uma integração entre agricultura e pecuária. E essa é uma das explicações para o aumento do trabalho no campo em Goiás. Nos últimos 7 anos, o abate de animais gerou 30 mil novos empregos no estado. A agricultura, mais 19 mil. O cuidado com esses animais trouxe mais serviço para a fazenda, e mais oportunidade. O técnico agropecuário Walter Dantas foi contratado no ano passado só para cuidar dos 2 mil animais de corte. Aos 28, ele tira R$ 2 mil por mês e economia cada centavo que pode para pagar uma faculdade para se tornar, no futuro, o médico veterinário da fazenda. "É a vontade de todo dia estar crescendo, estar se atualizando no mercado, esse é meu diferencial. É a vontade de crescer". O Cepea é um centro de estudos de economia da USP. Segundo a entidade, o principal motivo para a redução geral de vagas de trabalho no campo é a mecanização das lavouras.



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