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Facebook confirma que senhas de usuários podiam ser lidas por funcionários

A empresa diz que descobriu o problema em janeiro e que ele foi solucionado. Para a rede social não há necessidade de troca de senhas. O Facebook confirmou nesta quinta-feira (21) uma denúncia de que a empresa salvava senhas em arquivos de texto que podiam ser legíveis por funcionários. A rede social diz que uma investigação em andamento, até agora, não revelou nenhum sinal de que algum funcionário tenha abusado do acesso a esses dados. A empresa também afirmou que não é necessário efetuar a troca de senhas. O caso foi trazido à tona pelo site especializado em segurança “Krabs on Security”, que entrevistou ex-engenheiros do Facebook. "Essas senhas nunca estiveram visíveis para alguém fora do Facebook e não encontramos nenhuma evidência de abuso interno. Fizemos mudanças para evitar que problemas semelhantes voltem a acontecer e, como precaução, estamos notificando as pessoas cujas senhas foram armazenadas desta forma”, disse em nota Pedro Canahuati, vice-presidente de Engenharia, Segurança e Privacidade da rede social. De acordo com uma fonte citada pelo site “Krabs on Security”, entre 200 milhões e 600 milhões de usuários do Facebook podem ter tido suas senhas salvas em texto plano e disponível para busca por mais de 20 mil funcionários da rede social. O Facebook, afirmou na nota, que a “estimativa é de que notificaremos [sobre o caso] centenas de milhões de usuários do Facebook Lite, dezenas de milhões de outros usuários do Facebook e dezenas de milhares de usuários do Instagram”. Também em nota o Facebook diz ter percebido o problema em janeiro deste ano e que na ocasião tomou as medidas necessárias para resolver a questão.


Agência dos EUA que criou a internet investe US$ 10 milhões para desenvolver sistema seguro para eleições


Foco do projeto é criar hardware seguro e sistema que permite que o eleitor verifique o voto durante e após a eleição. A DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa), sucessora da agência responsável pelo GPS e pela ARPAnet, que deu origem à internet, está investindo US$ 10 milhões (cerca de R$ 38,5 milhões), segundo o site "Motherboard", no desenvolvimento de um sistema seguro de votação eletrônica. O dinheiro foi repassado em uma espécie de licitação à Galois, uma empresa norte-americana focada no desenvolvimento de hardware seguro e que também já publicou pesquisas sobre a segurança do voto eletrônico. O objetivo é colocar em prática, em um projeto de interesse coletivo, um novo tipo de hardware mais seguro para votação. Hoje, a segurança dos sistemas depende muito do software — os programas em execução — e não dos microchips que executam os comandos do software. A ideia é que o próprio hardware possa impor restrições no caso de uma adulteração, por exemplo. A DARPA chama a iniciativa de "segurança de sistema integrada por hardware e firmware" (SSITH, na sigla em inglês). Por esse motivo, a parte de software será totalmente aberta. O código ficará disponível para que qualquer interessado possa examiná-lo e procurar por possíveis falhas de segurança. De acordo com uma reportagem do site "Motherboard", a Galois pretende inclusive levar o software a um evento da Def Con — uma conferência que ocorre em Las Vegas e reúne "hackers do bem" e especialistas de segurança do mundo todo. O evento está programado para agosto. O sistema a ser desenvolvido deve permitir que o eleitor verifique o voto antes e depois da eleição. Durante a eleição, após votar, o eleitor receberá uma cédula, já preenchida, que deve ser depositada na urna. Essa cédula terá os detalhes do voto (nome dos candidatos) registrados de forma legível. A contabilização dos votos deve ocorrer por reconhecimento óptico. Em outras palavras, o computador vai digitalizar o conteúdo da cédula impressa para identificar o nome do candidato que recebeu o voto. Essa abordagem deve evitar códigos de barras e outros mecanismos que, embora facilitem a leitura por parte do computador, impedem que o ser humano saiba se seu voto foi registrado corretamente. Além disso, a cédula deve conter um registro matemático e criptográfico. Esse registro não terá nenhuma relação com o eleitor. Porém, caso o eleitor memorize esse registro, ele poderá verificar, em um site, se o seu voto foi registrado corretamente. Caso o número não conste ou a contabilização esteja incorreta, o eleitor saberá de uma possível fraude na contagem. Cada eleitor, porém, poderá verificar apenas o seu voto por memorização. O projeto não deve resultar em um produto pronto para o mercado. Assim como a ARPAnet criou as tecnologias que depois foram adotados por diversos fabricantes para a criação dos equipamentos que permitem a existência da internet, esse sistema de voto eletrônico deve ser divulgado para que outras empresas ou governos adotem a tecnologia, realizando as modificações e adequações que desejarem. Diferentemente do Brasil, os Estados Unidos não possuem um sistema unificado para eleições. Cada estado adquire urnas eletrônicas próprias. Como muitos modelos são comerciais e de acesso fácil, diversas vulnerabilidades foram encontradas, por estudos independentes de qualquer autoridade eleitoral, nas máquinas usadas nas eleições americanas . Máquina AVC Edge, usada nas eleições americanas, em 2008, foi modificada pelo professor Alex Halderman para executar o jogo Pac-Man em 2010. O pesquisador encontrou diversas vulnerabilidades que permitem a adulteração em urnas eletrônicas dos Estados Unidos e da Índia Divulgação Projeto diverge do modelo brasileiro No Brasil, o voto é registrado apenas na máquina e toda mediação do eleitor com o voto depende do que é mostrado pela urna eletrônica. O voto impresso, que funcionaria de maneira semelhante e permitiria ao eleitor conferir seu voto sem o mesmo ser mediado pela urna, foi derrubado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sob o argumento de que violaria o sigilo do voto. Enquanto a Galois prevê a possibilidade de colocar um identificador para que o voto seja checado pelo eleitor, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que coordena a eleição no Brasil, coloca na internet os totais de cada urna em um site chamado BUWEB. O objetivo é permitir que eleitores e partidos confiram se a contagem corresponde aos Boletins de Urna impressos pelas máquinas. Esses boletins, no entanto, trazem apenas a soma dos votos. Os partidos também têm acesso ao arquivo do Registro Digital do Voto (RDV). O RDV registra toda a ação da urna e é ele que permite a recontagem digital dos votos. A urna projetada pela Galois, por utilizar cédulas impressas, não precisa de um registro digital e, mesmo havendo um, a recontagem não seria feita através dele. O código de programação da urna brasileira tem divulgação restrita. Pesquisadores interessados em descobrir falhas na urna só podem ter contato limitado com o código por poucos dias durante os testes organizados pelo TSE. O modelo buscado pela Galois deve permitir que qualquer pessoa, a qualquer momento, fiscalize e sugira melhorias ao sistema. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1


Ministro diz que governo quer buscar parceiro privado para concluir obras de Angra 3


Titular de Minas e Energia, Bento Albuquerque pretende incluir usina nuclear como projeto prioritário do PPI. Angra 3 está no centro da operação que levou Michel Temer à prisão. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque Reprodução, GloboNews O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou nesta quinta-feira (21) que o governo quer buscar um parceiro privado para retomar e concluir as obras da Usina Nuclear Angra 3, no litoral sul do Rio de Janeiro. Albuquerque pretende incluir a usina como projeto prioritário do Programa de Parceria de Investimentos (PPI). Criado em 2016 pelo governo Michel Temer, o PPI, além de concessões, também cuida de parcerias com a iniciativa privada. O titular de Minas e Energia informou que o governo pretende publicar até junho o edital para escolha do parceiro privado que entrará como sócio para ajudar na conclusão das obras da usina. A parceria sugerida pelo ministro de Minas e Energia se limitaria às obras para concluir o projeto nuclear, e não concederia a usina para a iniciativa privada. A Constituição determina que a exploração, o reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios e minerais nucleares são de monopólio da União, por isso, só uma estatal poderia estar à frente da construção de uma usina nuclear. Bento Alburquerque disse que a inclusão de Angra 3 na lista de prioridade do PPI deve ocorrer na próxima reunião do conselho do PPI. A previsão é de que o encontro aconteça até 10 de abril. Segundo o ministro, a expectativa é de que as obras da usina sejam retomadas no início do segundo semestre deste ano, o que permitiria a conclusão até 2026. A retomada da obra tem sido defendida por Bento Albuquerque. Na atual gestão, o ministério já afirmou que a operação da usina fluminense evitaria o acionamento de usinas térmicas mais caras e que o sistema elétrico brasileiro precisa de diferentes fontes energéticas para garantir o equilíbrio. "É um projeto prioritário do governo. O próximo passo é ele ser incluído no Programa de Parceria de Investimento. Nós pensamos que isso depende de uma reunião do conselho do PPI que só está faltando agendar a data. Lá, Angra 3 será considerado um projeto prioritário do PPI", declarou Bento Albuquerque nesta quinta. Alvo de escândalos de corrupção, Angra 3 está com as obras paralisadas desde 2015. A usina nuclear está no centro das investigações que culminaram na prisão, nesta quinta-feira, do ex-presidente Michel Temer e do ex-ministro de Minas e Energia Moreira Franco. Ex-presidente Michel Temer é preso pela Lava Jato Tarifas Em 2018, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou um reajuste que dobrou o preço de referência de Angra 3, que passou de R$ 240 por megawatts-hora (MWh) para R$ 480 por MWh. A usina tem capacidade de 1.405 MegaWatts (MW) de energia segura, que não depende de condições climáticas, como chuvas, vento ou sol.


FMI considera 'sólidas' perspectivas de crescimento dos EUA


Na véspera, o Federal Reserve revisou em baixa as perspectivas de crescimento dos Estados Unidos. Logo do FMI em Washington, EUA Reuters/Yuri Gripas O Fundo Monetário Internacional (FMI) considerou, nesta quinta-feira (21), que as perspectivas para a economia americana continuam boas, um dia após o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) revisar em baixa suas perspectivas de crescimento. "Achamos que as perspectivas para a economia americana são sólidas, com uma taxa de desemprego historicamente baixa, altos níveis de confiança das empresas e dos consumidores", declarou Gerry Rice, porta-voz do FMI, durante coletiva de imprensa. A instituição com sede em Washington publicará em 9 de abril suas novas previsões de crescimento para a economia mundial. "Teremos mais coisas a dizer sobre a economia americana" nesse momento, acrescentou Rice, informando que o FMI também vai publicar relatórios focados no comércio e nas tarifas. Os EUA iniciaram uma guerra comercial com a China no ano passado, que levou à imposição mútua de tarifas sobre bilhões de dólares de importações. O FMI e muitos analistas alertaram sobre as consequências negativas deste conflito para a economia mundial, cuja dinâmica depende muito dos intercâmbios comerciais. Na quarta, o Fed anunciou uma previsão de crescimento de 2,1% em 2019, dois décimos a menos que nas estimativas de dezembro. O FMI antecipa crescimento do Produto Interior Bruto (PIB) americano de 2,5% neste ano.


China deve dobrar importação de carne suína após peste derrubar produção


País, que responde normalmente por metade da produção mundial dessa carne, teve 113 surtos da doença desde agosto passado. Funcionários de frigorífico na China embalam cortes de porco em imagem de 2017; país é o maior produtor mundial da carne Dominique Patton/Reuters As importações chinesas de carne suína em 2019 devem dobrar em relação ao ano passado, para 2 milhões de toneladas, disse um analista do Rabobank nesta quinta-feira (21), enquanto a peste suína africana atinge a produção no maior mercado de suínos do mundo. A China registrou 113 surtos da doença contagiosa desde agosto passado, apesar de agricultores e especialistas do setor dizerem que vários focos não foram contabilizados. A peste suína africana, que não agride os seres humanos, tem uma alta taxa de mortalidade em porcos e não tem vacina ou cura. A produção de carne suína chinesa cairá em até 20% em 2019, disse Oscar Tjakra, diretor de pesquisa sobre alimentos e agronegócios do Rabobank, em uma conferência no leste do país. A China normalmente responde por cerca de metade da produção mundial da proteína. A produção local deste ano está entre 50 milhões e 51 milhões de toneladas, disse Tjakra à Reuters durante o evento, em queda ante os 54 milhões a 55 milhões de toneladas no ano passado. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos em Pequim previu a produção de suínos em 51,4 milhões de toneladas este ano, uma queda de 5% em relação a 2018, com importações de 2 milhões de toneladas.


Paralisadas, obras de Angra 3 são alvo de denúncias de corrupção e superfaturamento


Obras estão paradas desde 2015 e não têm previsão de conclusão. Denúncia ligada à obra levou à prisão do ex-presidente Michel Temer. Obra da usina de Angra 3 em dezembro de 2014, antes das obras serem paralisadas Divulgação No centro das denúncias que levaram à prisão do ex-presidente Michel Temer nesta quinta-feira (21), as obras da usina nuclear de Angra 3 estão paralisadas desde 2015. De acordo com a Eletrobras, Angra 3 deverá gerar, quando for concluída, o equivalente a 50% do consumo de energia do estado do Rio. Mas a obra, iniciada há mais de 30 anos na praia de Itaorna, em Angra do Reis (RJ), segue sem previsão de término. A primeira paralisação da construção aconteceu ainda em 1986, dois anos após o início das obras, quando o país atravessava uma crise econômica que afetou a área de infraestrutura e implicou na desaceleração dos investimentos no setor. Retomada em 2010, com a concretagem do reator, a obra foi novamente interrompida em 2015, quando o governo federal esbarrou na falta de dinheiro para terminar o projeto. De acordo com a Eletronuclear, as obras estão 61,5% concluídas. O governo espera encontrar até junho um parceiro para a retomada. O valor inicial, projetado na retomada das obras em 2010, era de R$ 10 bilhões, com previsão de que 70% dos gastos fossem efetuados no país. Um relatório financeiro divulgado pela Eletrobras em 2017 previa que o valor chegasse a R$ 26 bilhões, incluídos custos diretos e indiretos. Deste valor, cerca de R$ 8,4 bilhões já haviam sido gastos. Ex-presidente condenado Em julho de 2015, a Operação Radioatividade – o mesmo desdobramento da Lava Jato que levou à prisão de Temer – trouxe à tona crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas nas obras da usina. Segundo as investigações, Othon Luiz Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclear, teria cobrado propina em contratos com as empreiteiras Engevix e Andrade Gutierrez. Ele acabou condenado pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, a 43 anos de prisão. O juiz é o mesmo que determinou a prisão de Temer. Fraude em licitação Em março de 2017, as empresas Queiroz Galvão; Empresa Brasileira de Engenharia; Techint Engenharia e Construção; e UTC Engenharia foram proibidas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) de fecharem contratos com a União por cinco anos. Na decisão, as empresas foram declaradas inidôneas sob a acusação de fraude na licitação da usina nuclear Angra 3. Na época, o tribunal apontou que o dano aos cofres públicos causado pela fraude foi estimado em R$ 400 milhões, valor que sobe a R$ 1,5 bilhão ao considerar valores atualizados mais multa. Nesta semana, o plenário do tribunal negou os recursos apresentados pelas empresas, e manteve a proibição. Com a rejeição dos recursos, as empresas começarão a cumprir a punição – as empresas ainda podiam continuar fechando contratos com a administração pública federal porque os recursos apresentados contra a decisão têm efeito suspensivo. Delações da Odebrecht Também em 2017, o ex-executivo da Odebrecht Henrique Pessoa afirmou em depoimento ao Ministério Público Federal que a empreiteira teria contratado a sobrinha do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Raimundo Carreiro, como contrapartida à resolução de um processo judicial sobre as obras da usina de Angra 3. De acordo com o delator, a licitação que foi vencida pelo consórcio do qual a Odebrecht participava em Angra 3 foi judicializada e levada ao TCU pelo consórcio perdedor. Depois de algum tempo sem que o processo tivesse um desfecho, Henrique Pessoa afirmou que o representante da empreiteira UTC no consórcio, Antonio Carlos Miranda, relatou em uma reunião entre as empresas que "tinha um caminho pra resolver o problema". Ainda de acordo com a delação de Henrique Pessoa, o senador Edison Lobão (PMDB) teria pedido R$ 1 milhão da Odebrecht para interferir a favor da empresa nas obras de Angra 3. Prisão de Temer A prisão de Temer teve como base a delação de José Antunes Sobrinho, dono da Engevix – empresa que fechou um contrato em um projeto da usina de Angra 3. O empresário disse à Polícia Federal que pagou R$ 1 milhão em propina, a pedido do coronel João Baptista Lima Filho (amigo de Temer), do ex-ministro Moreira Franco e com o conhecimento do presidente Michel Temer.



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